sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Livro do autor do Laurentino Gomes que destaca a Batalha do Jenipapo chega as bancas


Autor do livro 1822, jornalista Laurentino Gomes dedica um capítulo a Batalha do Jenipapo na mais nova edição, que chegou as bancas de todo país na semana da Independência.O autor descreve a batalha como o mais trágico confronto na Guerra da Independência onde brasileiros e portugueses se bateram entre as nove horas da manhã as duas da tarde de 13 de março de 1823, em Campo Maior. Ele relata ainda que ignoradas pelos brasileiros das outras regiões, as tumbas dos heróis anônimos do Jenipapo contêm uma lição. 

"É um erro acreditar que as regiões Norte e Nordeste apenas aderiram" ao império do Brasil depois que a independência já estava assegurada no sul do país. Por essa interpretação equivocada, a decisão teria se tornado inevitável diante da consolidação do poder de D. Pedro no Rio de Janeiro e do enfraquecimento da metrópole portuguesa às voltas com dificuldades conquistadas palmo a palmo ao custo de muito sangue e sofrimento", avalia o autor.
A fuga da família real portuguesa para o Rio de Janeiro, duzentos anos atrás, pavimentou o caminho do Brasil rumo a Independência. A volta da corte de D. João , em 1821, a Lisboa e suas conseqüências é o tema que o jornalista e escritor Laurentino Gomes explora no livro 1822. Autor do Best-seller 1808, Laurentino dá seqüencia a sua busca histórica. Resultado de três anos de pesquisa e composta por 22 capítulos intercalados por ilustrações de fatos e personagens da época, 1822, cobre um período de 14 anos, entre 1821, data do retorno da corte portuguesa de D.João VI a Lisboa, e 1834 ano da morte do imperador Pedro I.
Em seu novo livro, o autor do best-seller 1808, que contava a história da fuga da família real portuguesa para o Rio de Janeiro, mostra como o Brasil, um país que tinha tudo para dar errado, deu certo em 1822 por uma notável combinação de sorte, improvisação, acasos e também liderança - um momento de grandes sonhos e muitos perigos.
O livro procura explicar como o Brasil conseguiu manter a integridade do seu território e se firmar como nação independente em 1822.campomaioremfoco.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A U.E.Marion Saraiva completou 43 anos de existência

Os meses de agosto e setembro foram de festas nas escolas de Campo Maior. No dia 8 de agosto a Unidade Escolar Marion Saraiva completou 43 anos. A data foi comemorada durante todo o mês de agosto com festividades na escola envolvendo alunos, servidores e comunidade e com capacitação para os professores, cuja escola tem como lema: "Visando o Progresso Educativo" e tem como equipe gestora: Maralima de Castro da Silva (diretora), Raimunda Bandeira de Oliveira (diretora adjunta), Ana Teresa Alves Soares (coordenadora), Maria Aurineide Soares Ferreira (secretária).
               

Encerrou hoje o festejo do Patronato N.Sra. de Lourdes em Campo Maior

Aconteceu na noite de 7 de setembro a última novena no Patronato Nossa Senhora de Lourdes, em homenagem a Nossa Senhora, mãe de Jesus. O patronato estava em festa desde o dia 30 de agosto.Encerrou na tarde desta quarta-feira com procissão e missa.

O Patronato Nossa Senhora de Lourdes já serviu de abrigo para muitas jovens da região de Campo Maior e de outros estados que vinham até Campo Maior para estudar. Algumas décadas atrás, a escola formou muitas normalistas. A escola continua sendo uma referência de bom ensino.Veja as fotos da última noite de festejo.

O povo de Campo Maior vai a rua ver o desfile de 7 de setembro

Campomaiorenses foram para avenida José Paulino ver o desfile de 7 de setembro. Pais, mães, crianças, estudantes, jovens, adultos e idosos, todos assistiram silenciosamente o desfile das escolas de Campo Maior. A banda municipal passou, as crianças com seus bambolês também passaram. O Patronato Nossa Senhora de Lourdes agora formado de homens e mulheres passou levando consigo mais uma geração de estudantes. O Colégio Estadual fez sua coreografia defronte o palco das autoridades, onde se encontravam o Prefeito Municipal Joãozinho Felix, esposa Dorilene, o Secretário Municipal de Educação Raimundo Helvecio, a Gerente da 5ª Gre  Lucimary Barros e outras autoridades. As escolas particulares, estaduais, municipais, a APAE, ADVIC, maçons, até os idosos de Campo Maior desfilaram pela avenida. Alguns estudantes  carregavam bandeiras, estandartes e cartazes com mensagens, outros só desfilavam ao som das bandas. Cada escola tinha uma banda, cada banda mais estudantes orgulhosos de seus talentos. Professores e mães seguiam as escolas até o fim. Outros professores protestavam em silêncio. 

E, para fechar o desfile, vieram a viatura da Polícia Rodoviária Federal, o Tiro de Guerra de Campo Maior e a banda do 25 BC de Teresina, acendendo nos meninos e jovens ali presentes o desejo de assentarem praça um dia.veja cobertura completa no portal O dia na coluna de Campo Maior
.http://www.sistemaodia.com/

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ana Maria Cunha é a mais nova imortal da ACALE

Acadêmicos da Academia Campomaiorense de Artes e Letras-ACALE elegeram na manhã desta terça-feira Ana Maria Cunha, para ocupar a Cadeira nº 12, deixada pelo seu pai Cunha Neto. Dos 26 acadêmicos que votaram, 13 a elegeram, 7 votaram no Evaldo Lopes e 6 no porofessor Assis. Estiveram presentes na solenidade: João Alves Filho (presidente), Cardosinho, Professora Avelina Rosa e Sargento Loiola (membros da comissão eleitoral), Lisete Napoleão, Professor Raimundo Monteiro de Santana, poetisa Jesus Andrade, professora Toinha, Moacir Ximenes, Luciana, Helano Lopes, Zé Didor, Corinto Brasil,Jesus Araújo, Antonio Manoel Gayoso e Domingos José de Carvalho.Os demais acadêmicos enviaram seus votos pelos Correios.

A sessão iniciou as oitos horas e encerrou antes do meio-dia. A ACALE possui agora 30 membros.Ana Maria Cunha, a mais nova imortal estava muito emocionada, porque hoje faz sete meses do falecimento de seu pai. Ela agradeceu e falou que era "uma emoção dupla, foi importante ocupar a cadeira 12 que era do meu pai, estou realizando um sonho que com certeza seria dele..."
Foto1:professora Avelina Rosa, Cardosinho, Sargento Loiola, Assis, ana Cunha e EvaldoLopes
  foto2: acadêmicos: Antonio Manoel Gayoso, Domingos José de Carvalho, Joao Alves e Ana Cunha.
Foto abaixo: Professor Raimundo Santana, Jesus Andrade,Toinha, Helano,Moacir e Jesus Araújo (de pé)
foto abaixo: Lisete Napoleão, Professor Santana, Jesus Andrade
 

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

ACALE escolherá amanhã o novo imortal para a cadeira nº 12

A Academia Campomaiorense de Artes e Letras (Acale) promoverá amanhã a partir da 8h, eleição para escolha do novo ocupante da cadeira nº 12, que pertenceu ao poeta cordelista Cunha Neto, falecido no início deste ano.

Cinco nomes disputam a vaga de imortal: Genilda Silva Cruz, Ana Maria Oliveira Cunha, Evaldo Lopes, Jacob Fortes Carvalho e Francisco de Assis de Lima .A eleição será realizada na sede da ACALE na Praça Bona Primo.

A escritora, contista e romancista Ana Maria de Oliveira Cunha, que está com o romance TUDO A SEU TEMPO no prelo para ser editado, e mais três livros de literatura infantil em negociação com editoras do sul do país, candidatou-se à vaga do pai poeta José Cunha Neto, o maior poeta cordelista que a cidade já produziu, na Academia Campomaiorense de Artes e Letras (ACALE). A eleição acontecerá no dia 7 de setembro próximo, e há cinco candidatos disputando a vaga pretendida por Ana Cunha.blog do zan.

 
Evaldo Lopes lançou recentemente o seu livro: Meu  Canto Maior."Com o presente livro, Evaldo Lopes empreende seu regresso sentimental a Campo Maior...Feliz estreia, que assinala a revelação de um poeta, ao mesmo tempo em que proclama seu amor aos pagos natais, chama viva no coração de todos aqueles que sabem ser fieis às suas origens telúricas. Jomar Moraes (Membro da Academia Maranhense de Letras)".








Genilda Silva Cruz outra concorrente escreveu a poesia: Campo Maior de Encantos e Emoções

Campos verdejantes de formosa beleza
Raiar do sol, de esplêndido azul anil
Retratado no encanto da serra
Banhado pelo açude contornado de
lindas palmeiras,
São os carnaubais que aplaudem
majestosos
O clima hospitaleiro e hamonioso.

Cidade maior que Deus criou,
Santo Antônio protegeu
e com uma catedral nos abençoou,
Acolhedora e nobre
do bravo ao gentil, e com sua
batalha
Tornou-se heroica, lendária e
histórica.

Pacata cidade dos rios Surubim e
Longá
Tem desde o sublime voar das
garças
Ao complexo cultural
Com seus artesãos e artesanatos,
Bares e pousadas
Culinária sem igual, de iguanas
Da carne-de-sol, da apçoca e da cajuina...



Francisco de Assis Lima, Professor licenciado em História, especialista em História do Brasil, Pesquisador e conhecedor da história de Campo Maior, Poeta, fez curso de Extensão em Rádio e Cidadania, pela Universidade Federal do Piauí, vice- presidente do SINTE-PI REGIONAL DE CAMPO MAIOR..


 Jacob Fortes é campomaiorense, radicado em Brasilília. Em junho ele lançou seu  livro Primaveras Graciosas, uma história sertaneja, repleta de emoções, ocorrida durante o período em que o sertão nordestino viveu sob a dominação coronelista. Ele destaca  o sistema de vida de um povo e o drama desse mesmo povo que viveu no sertão nordestino sob o jugo dos coronéis.180graus/Katty.